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Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo do dia 31/01/2018, intitulado “Enfrentando a febre amarela”, o professor e ex-diretor da Faculdade de Medicina da USP, Marcos Boulos, atualmente coordenador de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, analisa o programa de vacinação contra a febre amarela e esclarece os procedimentos que vêm sendo adotados pela Secretaria desde o surgimento dos primeiros casos da doença, que surgiram há dois anos em Minas Gerais.

Junto com a biomédica Regiane de Paula, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, alerta para o risco de as pessoas saírem do centro urbano da cidade de São Paulo, onde o vírus não circula, em busca de vacinação em postos como o de Mairiporã, por exemplo, região que é foco de transmissão silvestre da doença.

O artigo explica ainda que em São Paulo a campanha atinge 20 distritos da capital paulista e outros 53 municípios. “Trata-se de uma ação preventiva, já que, embora o vírus da febre amarela não circule nessas localidades, elas são consideradas áreas receptivas, passíveis de transmissão da doença no futuro.”

O governo do Estado pretende, até o fim de 2018, vacinar toda a população paulista, estratégia já havia sido definida no ano passado. No entanto, a imunização será feita de forma gradativa, respeitando-se o critério de risco.

O artigo também destaca a importante participação dos hospitais do Estado na assistência especializada aos casos graves de febre amarela, especialmente o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP que “em feito mundial inédito, fez o primeiro transplante de fígado por complicação de febre amarela”.

O artigo completo está disponível no site http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2018/01/1954573-enfrentando-a-febre-amarela.shtml